quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Expedição Mares e Morros 2015 - Dias 19, 20 e 21

Expedição Mares e Morros 2015 – São Paulo, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Bahia e Minas Gerais

3 amigos, um Troller e 21 dias pelas estradas do Brasil.

Dia 19 – 22/7 Salinas / Diamantina


Acordamos para chegar em horário razoável em Diamantina. O objetivo era acampar na Cachoeira do Telésforo, próximo a Diamantina. A estrada foi tranquila, o problema foi que chegamos no final da tarde. Pegamos um acidente na estrada e por sorte conseguimos desviar por uma cidadezinha. Chegamos a Diamantina no final da tarde e seguimos direto para a cachoeira. Chegamos lá com arroz, alguns ovos, pouca água, e uma garrafa de rum. Estava armada a festa. A cachoeira fica em uma propriedade particular, mas não tivemos problemas em entrar, a entrada estava liberada (agora eles estão cobrando por carro). Arrumamos nossas barracas e ficamos comendo, bebendo e trocando ideia na praia ao lado da cachoeira. Foi uma noite boa, o tempo deu uma ajudada e o céu estava bastante estrelado. Valeu bastante, principalmente porque éramos os únicos ali.

Quilometragem:  425km
Estrada: Ótimo asfalto, novo. Muitos caminhões, acidente na estrada envolvendo dois caminhões. Estrada de terra em boas condições.
Repouso: Camping na Cachoeira do Telésforo


Dia 20 – 23/7 Diamantina / Belo Horizonte


Acordamos e curtimos um pouco da cachoeira pela manhã. Aquele visual estava espetacular, e acordar com aquela vista valeu muito a pena. Saímos agora para a última fase da nossa viagem juntos. O Ándres decidiu ficar mais tempo em Minas e o Murilo e eu não podíamos. Perdemos alguns dias na Bahia mais do que o planejado, mas foram dias que valeram a pena, então não fiquei muito chateado. Minas Gerais é mais perto também para a gente visitar. Sem imprevistos, o Ándres nos deixou na rodoviária no final da tarde, pegamos somente um leve trânsito. Compramos nossa passagem para São Paulo e quase perdemos o ônibus. Rolou até uma discussão com os funcionários da Cometa. Estávamos realmente de volta a “civilização”. O caminho não teve imprevistos.

Quilometragem:  295km
Estrada: Ótimo asfalto.
Repouso: Ônibus.


Dia 21 – 24/7 Belo Horizonte / São Paulo

Chegamos em São Paulo de madrugada. Conseguimos um taxi para casa e foi o final da nossa aventura.

Quilometragem: 613km
Estrada: Asfalto


Os nossos maiores problemas foram as estradas e o tempo. Foram poucos dias para percorrer um terreno muito longo e com muita coisa para ver. Deixamos muito para trás, mas foi bom de aprendizado. Os lugares que vimos foram espetaculares. O Brasil tem muito a oferecer, só precisamos procurar. 

Total de quilômetros: 5.368km

Estados: 5 São Paulo - Rio de Janeiro - Espirito Santo - Bahia - Minas Gerais

Cidades: São Paulo - Jundiai - Rio de Janeiro - Cabo Frio - Arraial do Cabo - Buzios - Campos - Guarapari - Vila Velha - Vitória - Linhares - São Mateus - Teixeira de Freitas - Prado - Cumuruxatiba - Guarani - Itamaraju - Caraiva - Trancoso - Arraial d'Ajuda - Porto Seguro - Eunapolis - Itabuna - Ilhéus - Barra Grande - Ubaitaba - Valença - Gamboa - Morro de São Paulo - Santo Antônio de Jesus - Itaberaba - Lençóis - Palmeiras - Passagem - Palmeiras - Lençóis - Nova Redenção - Mucuge - Ibicoara - Vitória da Conquista - Salinas - Montes Claros - Diamantina - Curvelo - Sete Lagoas - Belo Horizonte - Betim - Pouso Alegre - Extrema - Atibaia - São Paulo

Um agradecimento a todos que cruzaram nosso caminho e que deixaram nosas viagem mais especial.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Expedição Mares e Morros 2015 - Dias 17 e 18

Expedição Mares e Morros 2015 – São Paulo, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Bahia e Minas Gerais

3 amigos, um Troller e 21 dias pelas estradas do Brasil.


Dia 17 – 20/7 Lençois / Ibicoara


Acordamos cedo, arrumamos as barracas, mas não conseguimos sair muito cedo do camping. O dia também não estava lá muito bonito. Pegamos até uma boa chuva no caminho para o sul da chapada. O objetivo era chegar em Ibicoara a tempo de fazer algum passeio. Passamos pelo Poço  Azul próximo do meio dia. O Poço é imperdível. Mergulhar naquela água com o sol iluminando é sensacional. Pena que a estrutura do lugar seja pobre. Foi encontrado naquela região um fóssil de uma preguiça gigante que teve que ser transportado para Minas Gerais por falta de museus no local. Por lá ficaram apenas as notícias e as fotos. Apesar disso o passeio vale a pena. O nosso maior problema do dia foi achar um banco. O dinheiro da turma já tinha acabado e precisávamos achar alguma agência para retirar dinheiro. Em Nova Redenção encontraríamos a agência mais próxima, mas ela estava fechada. Fomos encontrar um banco somente em Mucugê. A estrada por sua vez estava ótima, mas acabamos chegando a Ibicoara perto das 4 da tarde. O que tinhamos para fazer era encontrar um lugar para ficar (nada fácil, não encontramos nenhuma pousada mais em conta), e comer. Ficamos na Pousada Casa da Roça.


Quilometragem:  284km
Estrada: Ótimo asfalto, novo. Estrada de terra em condições razoáveis
Repouso: Pousada Casa da Roça


Dia 18 – 21/7 Ibicoara / Salinas





Acordamos cedo e fomos presenteados com o melhor café da manhã de toda a viagem. Uma fartura de tudo. O Caio, dono da pousada, conseguiu um guia para a gente. O Alessandro já iria levar uma dupla de paulistas para a cachoeira do buracão e aceitou que fossemos juntos, barateando para todo mundo. O Felipe e o Thiago eram muito gente boa e foi um passeio bem divertido. A Cachoeira do Buracão é sem dúvida a cachoeira mais bonita que nós vimos. É literalmente um buraco de 200 metros de altura, que a gente consegue nadar até a queda. A força da água é imensa, ficar muito tempo somente nadando contra a correnteza é quase suicídio (usamos coletes para fazer esse passeio). A trilha até a cachoeira também é sensacional. O passeio valeu muito. Nos despedimos da galera e seguimos nosso caminho. Queríamos ter ido na cachoeira da fumacinha, mas a cheia do rio tinha fechado a trilha, sempre bom deixar alguma coisa para a próxima visita. Saindo de Ibicoara seguimos sentido sul. Atravessamos a Bahia até Vitória da Conquista e seguimos pela BR-116 até Minas Gerais. Pegamos a BR-251 e paramos em Salinas para descançar. A terra da cachaça, tinha até uma para provar no lobby do hotel. 


Quilometragem:  490km
Estrada: Ótimo asfalto, novo. Estrada de terra em condições razoáveis

Repouso: Hotel Brasil Palace Salinas

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Expedição Mares e Morros 2015 - Dias 15 e 16

Expedição Mares e Morros 2015 – São Paulo, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Bahia e Minas Gerais

3 amigos, um Troller e 21 dias pelas estradas do Brasil.

Dia 15 – 18/7 Lençois







Acordamos cedo e seguimos para a Gruta da Pratinha. Nada muito difícil, existem placas mostrando o caminho. A gruta não fica no parque nacional, mas é um dos lugares mais legais para conhecer. Ela fica dentro de uma propriedade particular e é bem cuidada pelo dono. A estrutura lá é ótima. Fizemos algo que eu tinha ficado com muita vontade de fazer da última vez, que é a flutuação por dentro da gruta. Nunca tinha nadado em caverna, e me deu uma vontade absurda de mergulhar em caverna. A luz e a cor da água fazem uma mistura muito bonita. Na saída da gruta parece que você entra em um aquário, tamanha a quantidade de peixes e visibilidade. Saimos da Pratinha após o almoço e fomos para a Gruta Azul. Da última vez eu não tinha visto o sol bater dentro da gruta (ele só ilumina a caverna alguns meses do ano). Mas por alguns segundos conseguimos ver o sol iluminando a água e foi muito legal, pena que durou muito pouco. Aproveitando o tempo fechado, fomos visitar a Gruta Lapa Doce, que fica a uns 30 minutos da pratinha. A parte mais impressionante é a entrada. Lá dentro, uma caverna sem muitos desvios, pouca emoção ( o teto é muito alto). Saímos da gruta e não conseguimos ter tempo de chegar no Morro do Pai Inácio para ver o pôr-do-sol. Ficou para outro dia. Aproveitamos para dormir cedo porque o objetivo do outro dia era ousado.


Quilometragem:  114km
Estrada: Asfalto razoável com alguns buracos nas curvas. Muitos caminhões. Estrada de terra em boas condições.
Repouso: Pousada e Camping Lumiar

Dia 16 – 19/7 Lençois









Acordamos cedo, tomamos café e passamos no mercado para comprar um almoço leve. Atum enlatado é uma ótima opção. O objetivo era chegar a cachoeira da fumaça. Não tínhamos guia, então tivemos que ir por instinto. Pela estrada  é fácil de se achar, só entrar sentido Palmeiras e ir até Passagem. Estacionamos o carro e seguimos sentido parque nacional. Era a primeira vez que eu entrava por esse lado do parque. Antes da trilha um ponto de apoio que deixamos nossos nomes e seguimos. Pegamos neblina e chuva no começo da trilha. O começo da caminhada é puxado, afinal temos que subir o paredão até o topo da chapada. Logo quando acabamos a subida o céu abriu. Maravilha, porém a trilha estava encharcada, difícil em alguns pontos. Chegamos perto da hora do almoço no nosso ponto de objetivo, a Cachoeira da Fumaça. A queda de 340 metros de altura era fantástica, a cachoeira estava bem cheia e o vento molhava as pessoas do primeiro mirante. Almoçamos com aquela vista e brincamos na pedra do mirante, onde você fica literalmente de cara com o vale da cachoeira, próxima vez preciso fazer o trajeto por baixo (3 dias de trilha). Não enrolamos muito na cachoeira porque eu queria ver o pôr-do-sol no Morro do Pai Inácio. Saímos puxando o passo pela trilha (o Murilo sofreu um pouco) e conseguimos fazer ela em aproximadamente uma hora. Colocamos as botas para secar e seguimos para o morro. Chegamos na hora certa e conseguimos subir tranquilos, achar uma boa posição e curtir o pôr-do-sol. Descemos quando já estava ficando escuro e voltamos para Lençois. A noite comemoramos o grande dia com uma merecida cerveja e dormimos para nos prepararmos para a estrada.


Quilometragem:  144km
Estrada: Asfalto razoável com alguns buracos nas curvas. Muitos caminhões. Estrada de terra em condições razoáveis.
Repouso: Pousada e Camping Lumiar

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Expedição Mares e Morros 2015 - Dias 13 e 14

Expedição Mares e Morros 2015 – São Paulo, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Bahia e Minas Gerais

3 amigos, um Troller e 21 dias pelas estradas do Brasil.

Dia 13 – 16/7 Lençois


Acordamos bem, a noite não foi muito bem dormida porque ventou e choveu a noite toda. Aproveitamos que o dia estava bem feio para fazer compras no mercado da cidade e lavar as roupas que já estavam começando a fazer falta. O Andrés aproveitou para reparar o pneu que estava rodando com um furo desde o Rio de Janeiro. Trocou também a ponta do terminal e fizemos um pequeno churrasco no camping. Um dia para respirar e organizar as coisas. Muito tempo na estrada sem paradas longas é difícil. A noite ainda fomos para o “centro” ver a vida noturna. Nada de mais, jantamos e tomamos umas cervejas na rua das Pedras.


Quilometragem:  0km
Estrada: 0
Repouso: Pousada e Camping Lumiar

Dia 14 – 17/7 Lençois






Mais um dia que começou nublado. Aproveitamos a manhã para terminar de tentar secar as roupas e decidimos que iriamos fazer alguma coisa mesmo com o tempo feio. Acontece que quando chegamos ao Serrano, que é praticamente dentro da cidade - um conjunto de buracos nas rochas formado pelo rio Lençois - o sol saiu. Vista fantástica e seguimos mesmo sem guia pelos salões de areia, lugar que dá para se perder fácil devido a quantidade de caminhos. Saímos dos salões e fomos para a Cachoeirinha e Cachoeira da Primavera. O rio estava bem cheio e a quantidade de água impressionava. Foi legal relembrar esses lugares que eu passei no início do Brasil Fora de Estrada. Voltamos para o camping e relaxamos o final da tarde e noite, sempre preocupados com a roupa que não secava de jeito nenhum. A noite ainda conhecemos uma galera no camping que tinha acabado de chegar do Rio e que animou em ir à Gruta da Pratinha no dia seguinte.


Quilometragem:  0km
Estrada: 0
Repouso: Pousada e Camping Lumiar

domingo, 6 de dezembro de 2015

Expedição Mares e Morros 2015 - Dias 11 e 12

Expedição Mares e Morros 2015 – São Paulo, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Bahia e Minas Gerais

3 amigos, um Troller e 21 dias pelas estradas do Brasil.

Dia 11 – 14/7 Morro de São Paulo





Murilo e eu acordamos cedo (Murilo acabou não indo na festa e acordou bem mais cedo), e ficamos esperando o Andrés que estava de ressaca no quarto. Acabamos desistindo de sair de Morro naquele dia e postergamos nossa estadia. Fomos até o forte e também atéo farol. Infelizmente a tirolesa estava desativada para reforma. Fomos almoçar e decidimos ir até a quarta praia, que devido a maré, precisávamos atravessar um trecho pelo mar. A quarta praia é sem dúvida a praia mais bonita, quase desabitada. Apenas algumas pousadas pé na areia e nenhuma barraca. O dia estava fantático e aproveitamos a praia. No fim da tarde encontramos as meninas novamente e fomos até a Toca do Morcego, um restaurante-bar que tem o pôr-do-sol mais bonito de Morro. Demos sorte, pois logo depois do sol se pôr começou a chover. Ainda curtimos um show na Toca e seguimos para a pousada. Terminamos a noite na pousada das meninas comendo pizza e conversando. Era terça-feira e a cidade não tinha nenhum evento (o frio e a chuva também não ajudavam).

Quilometragem:  0km
Estrada: 0
Repouso: Hostel Rosa dos Ventos

Dia 12 – 15/7 Morro de São Paulo / Lençois


Acordamos relativamente tarde pois o dia seria de puro deslocamento. Saímos de Morro na escuna das 11 horas e logo estávamos em Atracadouro novamente. Malas no carro e seguimos para Lençois, para a segunda parte da expedição, a Chapada Diamantina. No meio do caminho paramos em Santo Antônio de Jesus para trocar a bucha da panhard. Tínhamos tempo de sobra, mas a troca acabou demorando muito. Sofremos para colocar a peça no lugar e logo que terminamos, vimos que o que estava dando trepidação no volante era uma ponta de terminal de direção que tinha estourado. Mais algumas horas para achar uma loja que tivesse a ponta do Troller (conseguimos achar) e seguimos para Lençois. Já estava noite quando tomamos um susto. A estrada que estava em condições razoáveis derrepente acabava em buracos. Os caminhões desviavam na contramão dos buracos e o fim da viagem foi de momentos de apreensão. Com todos os atrasos, acabamos chegando a Lençois quase meia-noite. Eu lembrava do camping que eu tinha me hospedado a última vez que estive por lá e conseguimos achar ele até rapidamente, com uma ou outra ajuda (Lençois não dá para se perder muito). Arrumamos as barracas e saímos para jantar. Não tínhamos comido desde atracadouro. Todos os restaurantes já estavam fechados, por sorte encontramos um sujeito muito simpático que trabalhava em um restaurante que a dona estava terminando de arrumar a cozinha. Ela concordou em servir a gente e comemos o melhor peixe com banana e arroz das nossas vidas. Voltamos para o camping e apagamos.


Quilometragem:  385km
Estrada: Asfalto bom até Itaberaba, depois asfalto péssimo com crateras na pista e caminhões desviando pela contramão
Repouso: Pousada e Camping Lumiar

sábado, 5 de dezembro de 2015

Expedição Mares e Morros 2015 - Dias 09 e 10

Expedição Mares e Morros 2015 – São Paulo, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Bahia e Minas Gerais

3 amigos, um Troller e 21 dias pelas estradas do Brasil.

Dia 9 – 12/7 Itabuna / Valença










Acordamos cedo e fomos para Ilhéus. Rápida passagem pela cidade e seguimos sentido Itacaré, mais precisamente península de Maraú. No meio do caminho encontramos por sorte o nosso amigo que devíamos ter encontrado na noite anterior e ele foi conosco até a península. Boa diversão por estrada de terra e chegamos até a ponta do Mutá e finalmente Barra Grande, ponto mais ao norte da península. Ficamos um pouco por lá curtindo a praia e depois fomos até o Farol da Ponta do Mutá. Conseguimos subir com os carros até o farol e depois tentamos achar outro caminho pelas trilhas. Infelizmente as saídas estavam fechadas com porteiras e tivemos que voltar pelo próprio farol. O Andrés ainda conseguiu pescar um pouco e seguimos já no cair da noite sentido BR-101. Nos perdemos um pouco para chegar na BR, pois a chuva apertou no começo da noite e as placas eram confusas, mas achamos nosso caminho e seguimos sentido Valença para passar a noite. Chegamos já cansados do trajeto.


Quilometragem:  414km
Estrada: Estrada asfaltada até Itacaré relativamente boa. Até a Ponta do Mutá estrada de terra ruim e estrada de areia cheia de poças. Itacaré - Ubaitaba estrada de terra em péssimas condições, muitas curvas e nenhuma sinalização. Trecho da BR-101 nas mesmas condições dos anteriores.
Repouso: Guaibim Hotel


Dia 10 – 13/7 Valença / Morro de São Paulo






Acordamos cedo (para variar) e seguimos sentido Atracadouro Bom Jardim. Paramos o carro em um estacionamento e pegamos uma escuna para Morro de São Paulo. Chegando em Morro tivemos um pequeno choque pela estrutura turística, muitos guias, muitas pousadas, muitas pessoas, taxas para entrar na cidade, enfim, muita informação para um destino que deveria ser preservado (acho que a próximidade com Salvador estraga um pouco a paz do lugar). De qualquer forma, nos metemos pela vila em busca de um hostel para ficar. Acabamos escolhendo o Hostel Rosa dos Ventos, pequeno e simpático e a dona nos mostrou o que deveríamos conhecer na cidade com o nosso tempo reduzido. A vila é bem simpática e é fácil se achar por lá. Fomos até a primeira, segunda e terceira praias (as prais chamam assim mesmo) e paramos em umas barraquinhas para tomar cerveja. A cidade não estava muito cheia de turístas e o tempo não estava ajudando, voltamos para o hostel para tomar banho e fomos para as barraquinhas da segunda praia para esperar por uma prometida festa a noite. A festa nada mais era que um DJ tocando músicas baianas e umas barraquinhas dos famosos drinques com frutas. Foi bem divertido e acabamos conhecendo duas meninas de São Paulo que já estavam em morro a algum tempo e que estavam no hostel ao lado do nosso. Curtimos a noite e voltamos para casa embaixo de chuva.


Quilometragem:  23km
Estrada: Asfalto bom, escuna em condições razoáveis.
Repouso: Hostel Rosa dos Ventos